terça-feira, 13 de novembro de 2012

o que é diabetes ? 1ª parte



Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:
a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.
Sintomas
* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
* Aumento do apetite;
* Alterações visuais;
* Impotência sexual;
* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
* Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
* Hereditariedade;
* Falta de atividade física regular;
* Hipertensão;
* Níveis altos de colesterol e triglicérides;
* Medicamentos, como os à base de cortisona;
* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
* Estresse emocional.
Recomendações
* O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
* A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
* Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
* O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
* O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
* Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
* O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.
Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.
Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.
fonte:Dr. Drauzio Varella 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

pé diabético


Hoje vou abordar essa patologia que é muito delicada e que muitas pessoas não conhecem os cuidados necessários para viver bem com ela , Vamos lá então?
O que é?
Os problemas que aparecem na perna e, particularmente no pé dos diabéticos constituem um constante desafio à ciência e à profissão médica.
As alterações anatomopatológicas do diabete mellitus são numerosas, acometem o corpo como um todo e de várias formas, principalmente no período avançado da moléstia e na região de transição da perna ao tornozelo e no pé propriamente dito.
A neuropatia diabética e suas alterações da sensibilidade dos pés têm sido as maiores responsáveis pelo aparecimento destas lesões de difícil tratamento e de prognóstico reservado.
Normalmente, o diabético só se dá conta da lesão quando esta se encontra em estágio avançado e quase sempre com uma infecção secundária, o que torna o tratamento extremamente difícil, devido à insuficiência circulatória. 
O que se sente?
 
°Desaparecimento ou diminuição dos reflexos do tendão, das rótulas e do calcanhar são freqüentes.
°Diminuição na sensibilidade térmica e dolorosa e áreas de anestesia são justificativa às tão freqüentes lesões.
°Na verdade, o grande problema do diabético - devido à sua falta de sensibilidade - é que só se apercebe da seriedade de seu caso, quando sente o mau cheiro exalado pela gangrena diabética.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é feito pela história clínica e pelo exame físico da lesão que geralmente é indolor porém extensa e de odor extremamente desagradável devido à necrose úmida que provoca.
Como é feito o tratamento?
No tratamento do pé diabético, é fundamental encarar sempre esses pacientes como casos graves, pois é imprevisível o potencial evolutivo que encerram as lesões nos diabéticos, particularmente quando se associam à polineuropatia, à vasculopatia e às infecções.
É necessário o controle rigoroso da glicemia através da dieta e de insulina ou hipoglicemiantes orais, bem como da limpeza diária e tratamento precoce das lesões - o mais imediato possível.
A cirurgia arterial direta e a simpatectomia são possibilidades que podem ser utilizadas.
Como é feita a prevenção?
A prevenção no pé diabético é o capítulo mais importante nesta patologia: 
 
°o exame diário dos pés, bem como a proteção dos dedos e maléolos é a maneira mais fácil de evitar o aparecimento das tão desagradáveis e perigosas lesões;
°é necessário secar bem os pés, cortar cuidadosa e periodicamente as unhas;
°é preciso evitar a colocação de calor local, tipo bolsas de água quente e proximidade com o fogo;
°é recomendável fazer um exame diário dos sapatos, evitando pregos ou corpos estranhos soltos no interior deles
Estas são precauções que, na maioria dos casos, evitam o aparecimento da moléstia, que, em geral, leva a amputações, lembrando sempre que procurar o seu podólogo ira ajudar muito a prevenir chegar em estados mais avançados pois ele é capacitado para te orientar e cuidar da saúde de seus pés em geral.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Hidratante para os pés


                 Depois da visita mensal ao seu podólogo(a),faça semanalmente esta hidratação para manter seus pés lindos.

1 Colher de (sopa) de óleo de abacate

1 colher de (sopa) de óleo de rosa mosqueta

3 gotas de essência de lavanda ou uma de sua preferencia

Misture tudo,com os pés limpos massageie depois envolva

 os em uma toalha quente e deixe por 30 mim,em seguida
 
enxague. Obs: pessoas diabeticas e com varizes , não é 

indicado o uso de toalhas quentes, apenas envolva com 

filme plástico.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fissuras plantar






A fissura ou, popularmente, também chamada de rachadura é classificada como leds por solução de continuidade, ou seja, a pele não se apresenta íntegra, há um rompimento dos tecidos cutâneos.

Podemos concluir que a fissura, localizada geralmente na região calcânea, é uma porta de entrada para vários microrganismos.

Cicatrizar as fissuras o mais rápido possível, é a principal preocupação, para que os microrganismos não se instalem no local.

Cabe ao Podólogo orientar e tratar dessa patologia com produtos naturais, para que não desenvolvam reações dermatológicas e recidivas

Algumas dicas para evitar e ajudar no tratamento das fissuras

* ingerir bastante água durante o dia.
* evitar chinelos e sandálias duras pois elas só prejudicam os pés .
* hidratar os pés com creme altamente hidratante e cicatrizante antes de dormir
* visitar o seu podólogo pelo menos 1 vez ao  mês , para ser feito a higienização e ter um acompanhamento especializado .

 


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

cuidados com os pés





Toda mulher sente vergonha de seus pés quando mal cuidados, e no inverno, normalmente, essa situação é mais corrente. Com o uso contínuo de sapatos fechados, muitos se esquecem dos cuidados que deixam os pés bonitos.

Cuide de suas Unhas

As unhas merecem grande atenção porque encravam e infeccionam com facilidade, e para acabar com isso basta cortá-las retas, não tirar os cantos e lixar para que não fiquem sob a pele.
O tempo em que você fica de esmalte também interfere na saúde dos pés. Começam a surgir manchas brancas nas unhas quando estas são expostas ao produto por muito tempo. Isso ocorre porque ele cria um ambiente favorável a fungos. Segundo alguns podólogos o tempo ideal para ficar com o esmalte é de só 3 dias.


Faça Esfoliação

Os cuidados incluem uma esfoliação semanal durante o banho para retirar as células mortas. As lixas somente devem ser usadas a cada 15 dias ou até mesmo uma vez por mês, em movimentos circulares.

Seque bem os pés

Um cuidado que muitas pessoas se esquecem é após o banho enxugar bem os pés, sobretudo entre os dedos para não acumular umidade, é preciso ter certeza que os pés estão completamente secos antes de calçar um sapato pois a umidade faz aumentar as chances de proliferação de bactérias.

Despois de lavados os pés precisa ser bem secos principalmente entre os dedos. Foto:unimedbh.com.br

Hidrate

Todo mundo sabe que combater o ressecamento da pele é indispensável, por isso os pés não ficam de fora. Hidratá-los com um produto específico, pelo menos uma vez ao dia, é muito importante. Lembre-se de não passar o hidratante entre os dedos para que não haja umidade; em vez de creme, use talco nessa região.



Fonte:.portaisdamoda

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

bicho geográfico

Bicho geográfico ou Larva migrans cutânea

 

O que é?

Afecção freqüente devido à penetração na derme de larvas do Ancylostoma Braziliensis, parasito normal do cão e do gato, e, eventualmente, do Ancylostoma Caninum. As regiões mais atingidas da pele são aquelas de maior contato com a areia ou terra poluída, principalmente os pés, pernas, coxas, nádegas, mãos e antebraços.
Como se desenvolve ou se adquire?
A infestação ocorre após contato com solo contaminado com as fezes de cães e gatos. Penetrando na pele, a larva desloca-se em um trajeto linear e sinuoso, causando uma erupção ligeiramente saliente, que apresenta, na porção terminal, uma pápula onde está localizada a larva.


O que se sente?
A sensação é de intensa coceira, principalmente à noite, causando falta de sono e nervosismo. Como complicação pode ocorrer infecção e eczematização(Conjunto de lesões cutâneas semelhantes a eczema), principalmente em casos de infestação maciça.
As larvas também eliminam substâncias tóxicas, que causam alergia e sintomas pulmonares, como tosse e falta de ar, parecendo um quadro de asma.
Como o médico faz o diagnóstico?
A diagnose é clínica, através das lesões na pele tipo linhas sinuosas com coceira insistente.
Como se trata?
Quando a infestação é intensa o tratamento é feito com albendazol ou tiabendazol ou ivermectina oral. Em casos de infestação mínima, com poucos sintomas, o tratamento é tópico com tiabendazol, sendo necessárias até duas semanas de tratamento para a cura.
Como se previne?
Para a prevenção é fundamental a proteção do corpo nas praias com calçados, esteiras, toalhas, etc. a fim de impedir o contato com a areia. Deve-se evitar áreas arenosas, sombreadas e úmidas, onde as larvas se desenvolvem. É aconselhada a proteção contra dejetos de cães e gatos em tanques de areia em parques e escolas.








                                                               Ancylostoma


Fonte:Abc da saúde